Os Primeiros Médicos em Solo Brasileiro

Por |2024-02-06T08:21:15-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

Existem pouca documentação primária sobre a vida social da escassa população judaica no vasto território brasileiro nos primeiros séculos de colonização, e menos ainda sobre o paradeiro de médicos, barbeiros e boticários. A medicina em Portugal do Séc. XVI e seguintes era pouco evoluída em comparação à européia da época e é de lá que vieram, nem sempre voluntariamente, os primeiros “práticos da medicina”.

Passado não Judaico e o Baal T’shuvá

Por |2024-02-06T08:23:43-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

Um passado não judaico compromete um Báal T'Shuvá como judeu em potencial? INTRODUÇÃO: É de conhecimento de todos os que têm contato com a Tradição Judaica, mesmo que seja rudimentarmente, a questão da T’shuvá que significa “Retorno [para D’us]” ou “Arrependimento”. A mesma é, indubitavelmente, fundamental na fé judaica. Quando pecamos temos diante de nós, todos os meios de T’shuvá, e isso desde a singela resolução de deixar determinado rumo de mau comportamento à luta pela renovação e restauração da comunhão com D’us. Este é o entendimento mais comum de T’shuvá.

Memória e Reencontro

Por |2024-02-06T08:24:58-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

A primeira semana de dezembro de 1996 foi marcada pelo encontro mundial dos representantes das comunidades sefaraditas da diáspora portuguesa. O encontro transcorreu nos dias 3, 4 e 5 de dezembro, em várias cidades de Portugal. Foi inegavelmente um gesto de repúdio oficial do governo português ao capítulo nefasto de uma história iniciada exatamente no dia 5 de dezembro de 1496.

Nossos netos serão judeus?

Por |2024-02-06T08:26:13-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

O povo judeu, tendo sobrevivido por milhares de anos nas circunstâncias mais adversas, incluindo o Holocausto, hoje é ameaçado por casamentos mistos e assimilação. As comunidades judaicas durante toda a diáspora estão vivendo um declínio demográfico. Por que isso acontece ? Há algo que pode ser feito para reverter essa tendência ? O desafio específico que os judeus enfrentam atualmente é como a identidade judaica pode ser mantida em uma sociedade aberta e secular. O maior perigo é a falha em reconhecer que os tempos mudaram e que, em conseqüência, as prioridades comunais também precisam mudar.

Um amigo chamado Pedro

Por |2024-02-07T07:39:14-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

Diz o velho ditado que todos os caminhos levam a Jerusalém. No meu caso alguns caminhos levaram-me a Petrópolis. Lendo um artigo sobre a cultura judaica de D. Pedro II, tive conhecimento também da existência do Rabino Mossé de Avignon na Provença Francesa e fiquei encantada com a grande amizade que mantiveram até o fim de suas vidas.

Eu, você e todos nós!

Por |2024-02-07T07:42:13-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

Falando, falando, já que falamos de nós por que não falar dos outros também? Só que vamos falar de nós judeus e dos outros judeus. Começando do começo, vamos definir as coisas. O que é um Cohen? Um Cohen é um sacerdote descendente de Aarão. Os Cohanín eram os sacerdotes do Templo.

Por que os anussim (cristãos-novos ou criptos-judeus) devem restaurar suas raízes?

Por |2024-02-07T07:49:04-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

Poderia um descendente de marrano ou cristão-novo ser considerado como judeu? A princípio, não, se partirmos do conceito atualmente estabelecido por Israel e sua constituição que consideram judeu aquele que descende de mãe judia ou aquela pessoa que não sendo judia, se converteu ao judaísmo. É uma lei e toda lei é para ser cumprida. Aplica-se aqui o famoso ditado “dura lex sede lex”, a lei é dura, mas é lei. Mas, por outro lado, sabe-se que há falhas em qualquer sistema legislativo. Há leis justas, mas também injustas.

Algumas famílias mineiras, tradições e costumes

Por |2024-02-11T07:32:00-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

Com dissemos, anteriormente, as Minas Gerais de ouro, esmeralda e diamantes atraíram os judeus e cristãos-novos, que vieram dos estados do norte brasileiro, de Portugal e de outros países, como Espanha e Itália. O grande fato é que o elemento judeu deixou um relevante legado no caldeamento étnico do Brasil colônia. Por isso, o tronco étnico do povo brasileiro é riquíssimo e, pode até ser considerado um fenômeno, a miscigenação de raças e costumes. O escritor Manuel Diegues Júnior expõe no seu livro “Regiões Cult

A troca de nomes, a antropomínia da sobrevivência

Por |2024-02-11T07:25:13-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

Modernamente, a antroponímia, ramo principal da onomástica, é o estudo dos antropónimos, ou seja, dos nomes próprios dos indivíduos. A tradição judaica sempre atrelou nomes próprios com seu significado, implicando, assim, uma identificação do futuro de um indivíduo com seu próprio nome. O próprio Nabucodonozor, rei da Babilônia, mudou o nome de quatro cativos hebreus, nobres de Jerusalém, Daniel, Hananinas, Misael e Azarias para Belteshazar, Shadrach, Meshach e Abed-Nego, proveitando dos talentos dos mesmos.

A presença dos judeus na Península Ibérica

Por |2024-02-11T07:18:26-03:00setembro 25th, 2012|Artigos|

Já no século sete e seis a.C. dez das doze tribos de Israel começaram a se dispersar e a perder sua identidade judaica. Jeoaquim, rei de Judá, com todo povo foi levado cativo para a Babilônia durante o poderoso império de Nabucodonozor. O próprio profeta Jeremias advogava submissão a Babilônia, tentando evitar o exílio. Mas, a grande apostasia pela qual passava o povo hebreu e o governo dos reis fizeram que a palavra não fosse ouvida.

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